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Átila Lins sugere parceria para reformar aeroportos do Amazonas

O deputado Átila Lins (PMDB-AM) sugeriu que o Ministério da Defesa e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) cheguem a um entendimento com o governo do Amazonas para ajustar os aeroportos do estado que estão com funcionamento restrito ou sob ameaça de interdição por questões de segurança, com diminuição de vôos. O parlamentar lembrou que, num estado das proporções do Amazonas, com poucas vias terrestres de acesso aos municípios, o fechamento de um aeroporto compromete a circulação de pessoas e mercadorias. Segundo Lins, a restrição de funcionamento, imposta pela Anac a 11 aeroportos estaduais, poderá comprometer também a receita com turismo. Ele citou o caso da cidade de Barcelos, situada às margens do Rio Negro, que vai realizar um festival de pesca artesanal com a presença de esportistas brasileiros e estrangeiros, e cujo aeroporto está entre os restritos pela Anac. Para o deputado, em vez de apenas realizar inspeções e recomendar mudanças, a Anac deveria promover ações emergencia

Novo jato executivo é apresentado

Maior feira da aviação executiva da América Latina, a Latin American Business Aviation Conference & Exhibition (Labace) começou na quinta-feira 14 com novidades. Pela primeira vez foi apresentado ao público o Phenom 300, o novo jato executivo da Embraer. Segundo Luis Carlos Affonso, responsável por essa área na companhia, as aeronaves da linha Phenom receberam 800 encomendas em mais de 40 países. O modelo 300 comporta nove passageiros e custa R$ 10,5 milhões.

Jobim defende diálogo com setor privado para estimular desenvolvimento da aviação civil

Cristiana Nepomuceno – enviada a São Paulo Brasília (15/08/2008) - Na abertura da LABACE – Feira Latino Americana de Aviação Geral, em São Paulo, nesta quarta-feira, 14, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, destacou a importância da integração do setor privado com os órgãos públicos nas discussões sobre os rumos e ajustes para aviação civil do país. Segundo ele, foi com esse objetivo, de estimular um diálogo “transparente” e provocar um “dissenso” produtivo que ele convocou três grandes reuniões com as companhias de aviação e entidades representativas do setor entre os meses de julho e agosto. “Se o setor privado, que opera no sistema, não provoca o Estado, o Estado fica paralisado. Essas reuniões foram exatamente para fazer a integração de linguagem e provocar o dissenso. Esse dissenso é que assegurará o desenvolvimento e o crescimento do setor. Estamos discutindo uma reformulação do modelo de aviação civil no país precisamos trazer o capital privado para esse debate”, defendeu Jobim

Jobim ameaça Infraero com demissão

Irritado, ministro da Defesa dá 30 dias à estatal para elaborar plano diretor Lino Rodrigues SÃO PAULO. A falta de interação entre Infraero - estatal que administra os aeroportos públicos do país -, órgãos reguladores e de controle da aviação civil e empresas do setor irritou o ministro da Defesa, Nelson Jobim. Ao descobrir que sua pasta e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) desconheciam o plano diretor elaborado pela Infraero para os aeroportos, o ministro, aos gritos, ameaçou demitir a diretoria da estatal. Também ordenou prazo de 30 dias para que ela apresente um novo plano com soluções para os problemas de infra-estrutura do setor. Segundo relato de Rui Thomaz de Aquino, presidente da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag), as críticas ocorreram na sexta-feira, durante reunião do ministério. Segundo o presidente da Abag, Jobim teria exigido ainda que a Infraero ouvisse a Anac, as empresas do setor e órgãos como o Departamento de Controle de Espaço Aéreo. - Ninguém t

Aeroporto: orçamento estourado

TCU aponta problemas na reforma do Santos Dumont Bernardo Mello Franco BRASÍLIA. O Tribunal de Contas da União informou ontem que a Infraero já gastou R$45,6 milhões a mais que o necessário nas obras de modernização do Aeroporto Santos Dumont, que se arrastam desde o fim de 2004. O número foi divulgado pelo ministro Raimundo Carreiro, que acusou a estatal de cometer irregularidades em pelo menos outros quatro terminais espalhados pelo país. De acordo com o TCU, o sobrepreço nas obras do Santos Dumont já equivale a 13,6% do valor total do contrato, de R$334,6 milhões. Em alguns serviços, como os de pavimentação e sinalização das pistas, o excedente chega a 60,7%. As obras no aeroporto estão atrasadas em mais de um ano e deveriam ter sido entregues antes da abertura dos Jogos Pan-Americanos, realizados em julho de 2007. Auditores do tribunal investigam indícios de superfaturamento nas obras, que já levaram à paralisação dos pagamentos no ano passado. A reforma do aeroporto, que concentra

Contratos para obras em aeroportos denunciados pelo TCU serão cancelados, diz Jobim

Marli Moreira Em São Paulo O ministro da Defesa, Nelson Jobim, informou nesta quinta-feira que serão cancelados os contratos com empresas de construção civil para a realização de reformas em terminais aéreos contestados pelo Tribunal de Contas da União (TCU). "Esses contratos foram feitos em 2004, 2005, e em anos anteriores, e há divergências entre a referência de preços que o Tribunal de Contas utiliza e a referência vinculada à construção civil. Nós vamos rescindir os contratos com essas empresas e vamos abrir novas licitações", disse Jobim. De acordo com levantamento da auditoria do TCU, foram detectadas irregularidades em contratos relativos à nove empreendimentos, que incluem o projeto do Complexo Aeroportuário de Vitória, no Espírito Santo, e em obras de melhoria nos terminais dos aeroportos de Goiânia, de São Paulo, do Rio de Janeiro e de Brasília. Por meio de nota, o TCU informou que foram detectadas 16 irregularidades graves no contrato estabelecido pela Empresa Bras

CENTRO DE PEÇAS DE REPOSIÇÃO DA EMBRAER NA CHINA É CERTIFICADO

Certificação permitirá que a Empresa otimize seus serviços pós-venda naquele país São José dos Campos, 11 de agosto de 2008 – O centro de peças de reposição da Embraer na China foi certificado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) no Brasil, em conformidade com o Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica (RBHA), Parte 21, para conceder certificados de aeronavegabilidade para peças e equipamentos. Um extensivo processo de auditoria qualificou os técnicos de qualidade da Embraer China a emitir certificados de aeronavegabilidade para peças de reposição por meio do seu próprio sistema de qualidade na China, ampliando a extensão dos serviços e oferecendo mais flexibilidade aos clientes. A auditoria realizada pela ANAC destacou o fato de a Embraer China não apresentar divergências relativas à infra-estrutura e processos operacionais da unidade. Esta certificação permite que a Embraer China otimize sua cadeia de suprimentos, reduzindo o tempo de entrega de peças e oferecendo

Brasileiros vivem caos na Argentina

Vôos da Aerolíneas Argentinas atrasam até 24 horas Ariel Palacios BUENOS AIRES Milhares de turistas argentinos - que iniciavam no fim de semana suas férias de inverno - brasileiros, chilenos, mexicanos e europeus foram vítimas do caos que tomou conta dos dois aeroportos de Buenos Aires, o de Ezeiza (para vôos internacionais) e o Aeroparque (vôos internos). Dezenas de vôos decolaram com atrasos em média de duas horas. Mas diversos vôos, entre eles alguns que levavam turistas brasileiros de volta para o Rio de Janeiro, partiram com até 24 horas de demora. Os maiores problemas foram apresentados pelos vôos da companhia Aerolíneas Argentinas e sua associada Austral, responsáveis pela maioria dos vôos internos e de grande parte dos vôos internacionais. O caos teria sido gerado por overbooking, já que a empresa espanhola Marsans, que até a semana passada era a única administradora da Aerolíneas, teria vendido um excesso de passagens aéreas, muito além de suas reais possibilidades de transpor

O golpe do Smiles

Cláudio Humberto A Agência Nacional de Aviação Civil se finge de morta e a Varig enrola a clientela. Com 26 mil milhas do Smiles expirando em agosto, um cliente reservou um vôo Brasília-Rio com um mês de antecedência. Ofereceram a passagem com conexão em São Paulo, e pernoite por conta do otário.

Piada

Cláudio Humberto A TAM é caso perdido de ineficiência. Seu check-in online, supostamente para livrar os clientes de filas, não os poupa de outra fila nos aeroportos, para “autenticar” com um carimbo o papel que eles imprimiram em casa.

Eles querem voar alto

Como a parceria entre a Embraer e o criador da companhia Azul pode transformar a aviação brasileira Marcos Todeschini – veja Uma nova parceria pode mudar o cenário da aviação brasileira. De um lado está o empresário David Neeleman, 48 anos, fundador da JetBlue, uma das maiores companhias aéreas de baixo custo nos Estados Unidos. Do outro, a brasileira Embraer, terceira maior fabricante de jatos do mundo. O que os une é um negócio de 2,5 bilhões de reais, quantia que Neeleman vai pagar por 36 aeronaves da Embraer. Em seis meses, os primeiros aviões dessa encomenda começam a voar no Brasil pela Azul, a nova empresa de Neeleman. O valor da transação, por si só, já chamaria atenção, mas são algumas particularidades do negócio que o tornam tão relevante para as duas partes – além de ser inédito no país. Será a primeira vez que os jatos da Embraer, cujos maiores mercados estão nos Estados Unidos e na Europa, voarão no Brasil. Será também o desbravamento de rotas até agora inexploradas. O pl

FIM DE LINHA

RICARDO BOECHAT Com RONALDO HERDY Não completará dois anos a ligação aérea regular entre o Brasil e o país que mais cresce no mundo. A Air China, que mantém três freqüências semanais São Paulo-Pequim, suspenderá os vôos a partir de setembro. A alegação é de que a operação está dando prejuízo.

Consumidor paga conta da paz em aeroportos

Maioria das obras de infra-estrutura não saiu do papel, mas restrições fizeram empresas reajustarem tarifas Erica Ribeiro Filas intermináveis nos aeroportos, atrasos e cancelamentos de vôos são lembranças recentes do caos que se instalou na aviação brasileira há cerca de dois anos. Hoje, a tranquilidade parece reinar nos aeroportos, apesar de a maioria das obras prometidas pelo governo não ter sido feita. Na avaliação de analistas, medidas restritivas, sobretudo no Aeroporto de Congonhas, e o controle da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) sobre as movimentações das companhias aéreas ajudaram a devolver o ambiente de tranqüilidade. Mas tudo isso acabou saindo caro para o consumidor. Com a malha alterada por questões de segurança, o combustível de aviação subindo 35,32% nos seis primeiros meses do ano e a falta de concorrência, as companhias aéreas repassaram para as passagens suas perdas. Minguaram os descontos que eram oferecidos antes e até durante o caos aéreo, admitem fontes

Fim da festa

Elio Gaspari O ministro Nelson Jobim, da Defesa, jogou detergente no programa de obras da Infraero. Baseado num parecer do Tribunal de Contas, mandou parar os trabalhos de expansão dos aeroportos de Guarulhos, Porto Alegre, Goiânia, Vitória e Macapá. Coisa de R$1,5 bilhão. A obra do terceiro terminal de Guarulhos, sem a existência de uma terceira pista, pode ser desnecessária. A Infraero e as empreiteiras estão numa queda-de-braço. Como as construtoras não gostam dos preços oferecidos, ninguém se apresenta nas novas licitações. O terceiro terminal de Brasília está sem interessados. Na semana passada, o conselho de administração da empresa brecou um alegre trenzinho que contrataria 15 "agentes de informação" para fiscalizar os funcionários.

Juíza muda decisão sobre VarigLog

A juíza Tatiana Magosso, da 36ª Vara Cível de São Paulo, suspendeu ontem uma decisão sua proferida na terça-feira que visava a coibir a venda de ativos da VarigLog, atualmente controlada 100% pelo fundo americano de investimentos Matlin Patterson. O recurso foi ajuizado pelo ex-sócio brasileiro da VarigLog, Marco Antonio Audi, que acusa o Matlin de dilapidar o patrimônio da companhia. A juíza informa que levou em consideração documentos apresentados pelos advogados da VarigLog, do escritório Teixeira, Martins & Advogados, de Roberto Teixeira. Ela concedeu cinco dias para o ex-sócio se manifestar.