Pular para o conteúdo principal

Voo liga Norte a Oeste

Objetivo da companhia aérea é reconquistar o Oeste do Brasil e, futuramente, ampliar a malha para a Amazônia internacional

André Viana

Da equipe de A CRÍTICA

No momento em que a reconstrução da BR-319 (Manaus-Porto Velho) se torna cada dia mais difícil de sair do papel, minada por bombardeios desferidos por políticos amazonenses em direção ao ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, a Trip Linhas Aéreas fez decolar um plano de voo estabelecido há três anos - data em que encomendou o jato 175 da Embraer - para ligar Manaus a Cuiabá.

Em apenas duas horas de duração, sem necessitar de licença ambiental, e por apenas R$ 299 é possível se deslocar, em poltronas confortáveis, e com bom serviço de bordo, da Floresta Tropical para o Pantanal, com segurança.

O trajeto, feito desde o último dia 6, teve neste sábado, 18, sua inauguração oficial e contou com a presença do presidente da companhia, José Mário Caprioli, do vice-governador do Amazonas, Omar Aziz, que não participou do voo inaugural, e do governador do Mato Grosso, Blairo Maggi, este vindo de Miami com destino a Cuiabá, colocando em prática a estratégia da companhia aérea: reconquistar o Oeste do Brasil.

Menos tempo

"Com esta nova rota economizei cinco horas de voo que gastava para ir de Cuiabá até Miami.

Antes tinha que ir para São Paulo para chegar ao destino. Agora venho para Manaus e daqui sigo para os Estados Unidos”, comentou o governador, empolgado com as opções de turismo internacionais que a nova rota trará para seu Estado.

Além das autoridades políticas, o voo de inauguração contou com a presença de vários executivos da companhia e de secretários dos dois Estados.

Duas empresas de Turismo foram conferir o trajeto, a Gileade Viagem, que vende passagens aéreas, e a Turismo e Ecolazer, de olho em atrair um segmento bastante difundido em Cuiabá: o turista de aventura.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Avião da TAM retorna após decolagem

Jornal do Commercio SÃO PAULO – Um avião da TAM, que partiu de Nova Iorque em direção a São Paulo na noite de anteontem, teve que retornar ao aeroporto de origem devido a uma falha. Segundo a TAM, o voo JJ 8081, com 196 passageiros a bordo, teve que voltar para Nova Iorque devido a uma indicação, no painel, de mau funcionamento de um dos flaps (comandos localizados nas asas) da aeronave. De acordo com a TAM, o avião passou por manutenção corretiva e o voo foi retomado à 1h28 de ontem, com pouso normal em Guarulhos (SP) às 10h38 (horário de Brasília). O voo era previsto para chegar às 6h45. A companhia também informou que seu sistema de check-in nos aeroportos ficou fora do ar na manhã de ontem, provocando atrasos em 40% dos voos. O problema foi corrigido.

Empresa dona de helicóptero que transportava Boechat não podia fazer táxi aéreo e já havia sido multada por atividade irregular, diz Anac

Agência diz que aeronave só podia prestar serviços de reportagem aérea e qualquer outra atividade não poderia ser realizada. Multa foi de R$ 8 mil. Anac abriu investigação. Por  G1 SP A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) afirmou que o helicóptero que caiu na Rodovia Anhanguera no início da tarde desta segunda-feira (11), em que o jornalista Ricardo Boechat e o piloto Ronaldo Quattrucci morreram, não podia fazer táxi aéreo, mas sim prestar serviços de reportagem aérea. Ainda segundo a Anac, a empresa foi multada, em 2011, por atividade irregular. Helicóptero prefixo PT-HPG que se acidentou na Anhanguera — Foto: Matheus Herrera/Arquivo pessoal "A empresa RQ Serviços Aéreos Ltda foi autuada, em 2011, por veicular propaganda oferecendo o serviço de voos panorâmicos em aeronave e por meio de empresa não certificada para a atividade. Essa atividade só pode ser executada por empresas e aeronaves certificadas na modalidade táxi aéreo. A autuação foi definida em R$ 8 mil

A saga das mulheres para comandar um avião comercial

Licenças concedidas a mulheres teêm crescido nos últimos anos, mas ainda a passos lentos. Dificuldades para ingressar neste mercado vão do alto custo da formação ao machismo estrutural Beatriz Jucá | El País Quando Jaqueline Ortolan Arraval, 50 anos, fez a primeira aula experimental de voo, foi mais por curiosidade do que por qualquer pretensão de virar piloto de avião. Era início dos anos 1990 e pouco se via mulheres comandando grandes aeronaves comerciais no Brasil. "Eu achava que não era uma profissão pra mim", conta. Ela trabalhava no setor processual em terra de uma grande companhia aérea, e o contato constante com colegas que estudavam aviação lhe provocaram certo fascínio. Perguntava tanto sobre a experiência de voo que um dia um amigo lhe convidou para acompanhá-lo em uma das aulas. A curiosidade do início se tornou um sonho profissional, e Jaqueline passou a frequentar aeroclubes e trabalhar incessantemente para conseguir pagar as caras aulas de aviação e acumul