Elio Gaspari
As empresas aéreas (com o suave apoio da Anac), decidiram peitar a idéia do comando da Aeronáutica, que propôs uma reavaliação da malha aérea do país. Há uma maneira para se equilibrar qualquer discussão com os aerocratas privados e estatais: incluir a abertura dos céus nacionais na agenda do caos aéreo.
Nada a ver com céus escancarados. Apenas uma correção de absurdos. Por exemplo: se um cidadão quer viajar de Belo Horizonte a Belém, tem que ir a Brasília para trocar de avião. A Anac poderia autorizar a American Airlines, que voa de BH para Miami, a fazer uma parada
Para a aerocracia, eficiência é obrigar a choldra que precisa voar de Belém a Caracas (
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